22 de mai de 2014

Capitão Pimentel: sai em defesa do sargento Feliciano e faz sérias criticas ao Alto Comando das F.A

A instituição militar está acéfala nas mãos de três comandantes incompetentes

José Geraldo Pimentel
Cap Ref EB

Lê-se no artigo assinado pela jornalista paranaense Lígia Leal, filha de ex-pracinha da Marinha, que lutou na Segunda Guerra Mundial, que brigar por melhores condições de vida para a classe militar transformou-se em crime, passível de prisão. 

O que ocorreu com o sargento Vinicius Feliciano. Ele foi punido com prisão por fazer rapel na Ponte Marechal Costa e Silva (Rio – Niterói) com uma faixa expondo a situação de penúria em que vivem os militares.

Uma perseguição sistemática está-se fazendo contra os militares. O ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, - o ‘Barba’, agente X-9, que servia aos companheiros de fábricas montadoras de automóveis e aos patrões, cumprindo ordens do DOPS paulista, - chegou a fazer uma declaração a um jornal da Colômbia, dizendo o seguinte: “Estou c… e andando para esses caras (os militares). 

No meu governo, tiveram que me aguentar e viviam me enchendo o saco pedindo migalhas de reajuste. 

Pediam uma coisa, eu enrolava e nunca dava o que eles pediam; depois dava uma esmola qualquer e não me sacaneavam mais. Não tenho medo deles; nunca tive.

Esse monturo de merda ofendeu outras vezes a instituição militar, mesmo à época sendo o Comandante-em-chefe das Forças Armadas.

Criou-se uma comissão denominada ‘Comissão Nacional da Verdade’, cujos membros foram escolhidos pela presidente da república, Dilma Vana Rousseff, e seu ex-marido do qual não consegue se afastar nunca, mesmo o ex-terrorista como fora ela, hoje ser um homem casado. “Sou a outra, seu capitão Pimentel!” Confidencia a megera.

Essa comissão simbolicamente chamada ‘comissão da calúnia’ pelo ilustre general da reserva do Exército Santa Rosa, tão logo passou a funcionar, reuniu-se com ex-terroristas e ex-guerrilheiros e familiares, e declarou que não iria investigar os crimes dos ‘cumpanheros’, e não tem feito mesmo, restringindo os trabalhos ao período do regime de governos militares.

Centra os esforços em cima dos agentes do Estado querendo recolher subsídios para rever a Lei da Anistia, e levá-los a um tribunal de exceção, punindo-os com pesadas penas, quiçá prisões perpétuas. Seguindo a mesma linha surgiu um bando de promotores públicos federais, mancomunados com o comuno-petismo, e aterroriza os militares.

Os criminosos têm pressa de justiçar os militares. Dois coronéis reformados do Exército já foram assassinados em suas residências, e forjados documentos que teriam sido encontrados em poder dos mesmos.

O Congresso Nacional corre paralelo já aprovando a revisão na Lei da Anistia. 

O Supremo Tribunal Federal com maioria de seus membros atrelada ao governo vai sacramentar o crime de lesa pátria, passando por cima da lei que ele mesmo referendou, dando o sinal verde para a caça às bruxas.

Vão ter que andar com pressa, pois a maior parte dos agentes do Estado está com mais de oitenta anos, e muitos já morreram. Comenta-se nos bastidores que será decretado feriado nacional quando assassinarem ou prenderem o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, o mais visado dos agentes do Estado.

Ele comandou o DOI-CODI de São Paulo, mostrando eficiência, embora não tenha compactuado com violências e mortes de presos políticos. Esse oficial eu conheço pessoalmente, pois foi meu comandante de subunidade no 1.ºGCan90AAé, sediado no Rio de Janeiro. Era uma ótima pessoa. Um oficial competente e respeitador dos regulamentos militares.

- Capitão Pimentel. Reservei uma caixa de charutos cubanos presenteada pelo ‘cumpanhero’ Fidel Castro. Vou abri-la quando ver o agente de Estado, Cel Ustra, sendo algemado e levado para um presídio de segurança máxima!

- A presidentA fica lindona com um rolo de fumo enfiado na boca!

- Acha, meu jovem capitão blogueiro?

Se não bastasse tanta maldade contra os militares, as FFAA encontram-se sob o julgo de três comandantes especialmente selecionados para a função, por se tratarem de elementos omissos, lenientes, bajuladores e covardes por natureza, porquanto confundem covardia com disciplina militares.

São três traíras relapsas que não honram a farda que vestem.

Trocados por merdas, quem ficar com esta leva a melhor. O mais fraco dos três é o comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, uma bosta que em uma reunião com membros da Comissão Nacional da Verdade (‘calúnia’) declarou que “não se importaria se os ‘militares do passado’ fossem convocados para depor”.

Em resposta ouviu o que não queria ouvir. Disse o chefe dos membros da comissão: “Não vou admitir que se repita 1964”. O covardão do general Enzo Martins Peri ouviu calado e em silêncio permaneceu. Coisa de puto frouxo covarde.

A permanência desse homem à frente dos destinos do Exército é uma indignidade.

Faço esse relato com o coração nas mãos. Sou incapaz de matar um rato, inclusive salvei a vida de um quando era apedrejado.

Mas não me pisem em meus calos. Um homem possesso se transforma em um monstro.

Vejo no espelho que sofro da síndrome de Sanpaku, aqueles três bancos nos olhos. O indivíduo com este estigma morre em tragédia.

E que seja como um herói mandando para o inferno quantos atravessarem o meu caminho!

Ao bravo sargento Vinicius Feliciano os meus aplausos.

Sou contra greves e sindicatos de militares. Contra criação de movimentos tipos capitanismo, partido político, etc.

O partido do militar é a nação brasileira. Mas alguém tem que tomar uma posição em defesa da classe militar. Se os comandantes de Forças se omitem e deixam por conta de um ministro da Defesa mancomunado com o governo comunista instalado no país, a quebra da disciplina torna-se inevitável.

É preciso valorizar o profissional. Somos de carreira de Estado. Inadmissível que um comandante de Força seja equiparado a um secretário de um ministro de Estado. É degradante e ofensivo à classe militar.

A vocação para as armas tem um limite, afinal um graduado ou um oficial também tem família. Tem mulher e filhos.

Não pode continuar essa evasão de militares que deixam as FFAA em busca de melhores oportunidades em outras carreiras.

Se os atuais comandantes de Forças não são talhados para a função que se reúna o Alto Comando do Exército e se dê um ultimato. Que os incompetentes chefes militares procurem outra praia para se estabelecerem.

A idade pesa.

Que se nomeiem para as funções de altos comandos militares homens mais jovens e talhados para o exercício de tão nobres e relevantes missões.

Que se mandem essas putas velhas irem plantar batata no fundo do quintal. Ajudar as esposas a enxugar a louça, cuidar do jardim, e... Paquerar as moiçolas que passam à frente de casa. Mesmo sabendo que o bilu já se aposentou há anos, não custa enganar. Faz bem ao ego!

Tchau, General Enzo Martins Peri! Cansamos de sua presença à frente do Exército! 

Entregue seu cargo antes que seja destronado da função a socos e pontas-pés!

Rio de Janeiro, 22 de maio de 2014.


http://www.jgpimentel.com.br

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