7 de mai de 2014

Com a palavra, o nobre CAPITÃO PIMENTEL

Aos covardes que não reagem, os meus pêsames

Por José Geraldo Pimentel
Capitão do Exército Brasileiro
Exército de Caxias

Pelo andor da carruagem a revisão da Lei da Anistia será aprovada pelo Congresso (passou pela Comissão de Direitos Humanos do Senado). 

O Supremo Tribunal Federal cuja maioria de seus membros está mancomunada com o governo federal aceitará o documento sem empecilhos. Logo se verá a repetição da Argentina, com oficiais sendo presos e algemados, conduzidos coercitivamente pela Polícia Federal para serem julgados em um tribunal de exceção que será criado com essa finalidade.

É aquela história, quem não reage sucumbe. Alertei para que os agentes do Estado, - militares das Forças Armadas e policiais civis e militares das Forças Auxiliares, - deveriam sufocar a Comissão Nacional da Verdade e suas filiadas espalhadas pelos estados. A melhor forma de neutralizar essas excrescências de imoralidades seria fazê-las morrer no nascedouro.

De que maneira? Não atendendo às convocações, sumindo com os documentos que registram a participação na repressão aos militantes da luta armada. Mas fizeram exatamente o contrário. Compareceram aos chamados, muitas das vezes vendo-se generais e coronéis sendo interrogados por jovens oriundos da militância política, transformados em ‘consultores técnicos’. Uma humilhação imposta às FFAA brasileiras.

Os inconsequentes que atenderam aos chamados ainda se vangloriaram, como ser interrogados por um grupo de jovens, fosse um ato de bravura. Se serem interrogados pelos membros da CNV, - em sua maioria ex-terroristas e ex-guerrilheiros, simpatizantes e ex-advogados dos bandidos, - já era uma indignidade para a instituição militar, que os derrotaram no passado, imagine-se ficar sentados diante de uns jovens recém-saídos da faculdade, pousando de autoridades judiciárias.

Vocês que capitularam e compareceram à comissão para depor, me envergonham. Mostraram fraqueza moral. No meu entender a idade confere respeito, e não se assumir como covarde. A bravura que os fizeram vencedores na luta armada, contrasta com a falta de atitude dos tempos atuais.

Venceram, mas não sustentaram a vitória; e hoje medram diante de uma comissão de merda comandada por duas vadias, idiotas como sabem ser os comuno-petistas, e cinco cachorrões frescos, que enganam, mas andam loucos para sair do armário.

- Capitão, aqui está mundo abafado. Gosto de frescura. Queixa-se o atual coordenador, Pedro Dallari.
- Senhor, o que você está fazendo é pura exibição. Mais frescura do que esta não existe. Sai do armário e viva feliz para sempre!

Os que se submeteram ao interrogatório por exibição ou falta de coragem para dizer ‘NÃO’ à convocação, não me merecem respeito. O castigo que irão receber será pouco para tanta covardia! Que marchem como ‘gados fardados’ para o abatedouro, e apodreçam no fundo de uma cela fétida, onde até os ratos sentem repugnância!

Mas nem todos gozarão do privilégio de serem julgados e condenados à duras penas, algumas de natureza perpétua. As lideranças serão assassinadas, como acaba de acontecer com os coronéis reformados do Exército Júlio Miguel Molinas Dias, 78, e Paulo Malhães, 76. Idades boas para o abate antes que morram de mortes naturais!

A CNV e seus cúmplices têm pressa. Se a Lei da Anistia demora em ser alterada, eles se antecipam e fazem justiça com as próprias mãos.
A relação dos que serão assassinados é ampla e as vítimas são monitoradas. Ninguém escapará do justiçamento. Os algozes sabem que suas vítimas estão totalmente indefesas, pois não contam com a proteção das autoridades militares. “O Exército não vai fazer nada!”, já declarou o mais pusilânime e covarde dos chefes militares, entregando os colegas de farda ao inimigo.

Os que agem como justiceiros têm nomes e são conhecidos. Para começar cito a ministra chefe da SEDH/PR, Maria do Rosário Nunes; a abusada que monta e caga na cabeça do comandante do Exército, General Enzo Martins Peri. 

Ela tem sede de vingança, vingança por sinal gratuita porquanto não tomou parte na luta armada. À época era uma criança. Sua fúria contra os militares é fruto da catequese que manipula a mente dos jovens brasileiros, induzindo-os a acreditar que os militares são torturadores, enquanto os que provocaram a luta armada, o fizeram em nome da democracia. O ex-chefe da SEDH/PR, Paulo Vannuchi, o homem que chegou a ser considerado o ‘inimigo público número um’ das FFAA é outro vingador. 

A deputada federal Luiza Erundina (PSB/SP) não esconde a sua ira contra os militares. Ela tem um projeto de revisão da Lei da Anistia em andamento, mas foi atropelada pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que apresentou e teve aprovado na Comissão de Direitos Humanos do Senado o Projeto de Lei 237/2013. 

O senador Randolfe Rodrigues corre contra o tempo com mais velocidade do que os outros justiceiros. Quem o ver com cara de mauricinho, não sabe que o senador é uma fera quando se propõe vencer uma batalha. Mas nem sempre dá sorte em suas empreitadas. Na última vez que tirou uma de machão, ao tentar impedir o deputado federal Jair Bolsonaro de entrar nas dependências do antigo DOI-CODI do Rio de Janeiro, saiu-se mal. Levou uma cutucada na barriga que o fez choramingar uma semana inteira.

“- Capitão Pimentel, o dedão do deputado quase vazou o meu abdome. Ainda hoje sinto cólicas intestinais!” Queixa-se.

A dissimulada megera, ladra e terrorista presidente da república, Dilma Vana Rousseff, que disse que não proporia a revisão da Lei da Anistia, embora não criasse problema se a colocassem em discussão, lidera a plêiade de criminosos que não se conformam em terem sido derrotados na década de setenta. 

Desta forma a aprovação pelo Congresso Nacional e o referendo do STF é uma questão de tempo. As organizações de direitos humanos vinculadas à ONU e à OEA fazem pressão por justiça. Justiça no sentido de punir os agentes do Estado. 

Essas organizações estão intimamente ligadas à bandidagem que impera nos países cujos governantes acham que compraram o país ao se elegerem presidentes da república. Os substratos da merda do cavalo do bandido mandam aqui mais do que o nosso judiciário.

Uma tristeza ver valorosos guerreiros que livraram o país de se tornar uma república do proletariado, agregado à então toda poderosa URSS, terminarem os seus dias de uma forma tão vil e covarde. Não reagiram e agora viraram despacho de macumba!

Se tivéssemos à frente das FFAA chefes militares com a determinação de um Gen Ex Walter Pires de Carvalho e Albuquerque, Ex Ministro do Exército, não estaríamos assistindo o massacre que é feito contra os agentes do Estado.

“- Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”. Declarou o insigne general.

Foi-se o tempo em que as FFAA eram comandadas por oficiais que honravam a farda que vestiam. Hoje sobeja um monturo de oficiais carreiristas, covardes, omissos, bajuladores e lenientes. Nada veem e nada fazem. Vivem reclusos em um silêncio obsequioso que incomoda a tropa.

Três covardes comandam as Forças. Os infelizes não são homens na acepção da palavra. São uns velhos caquéticos passados do prazo de validade para o exercício do comando de uma organização militar.

O pior, mais que a condenação e assassinatos de agentes do Estado, será o pedido de desculpas que estão exigindo das FFAA. Uma forma de retratação. 

Desculparem-se por terem salvado o país da ação devastadora do comunismo que um bando de marginais, liderados pelo ex-presidente da república, João Goulart, tentava nos impor.

Que o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, um covardão assumido, não cometa mais esta leviandade, assinando o documento. Se o fizer não estará representando o Exército.

O castigo vem a cavalo. Não será numa guilhotina que pagará por sua traição, como se fez na França após a libertação do país, condenando à morte os que cooperaram com os nazistas. O seu castigo será moral. Se tem passado, é tempo de preservar a sua memória em nome de seus familiares! Acorde e junte-se a nós!

Espera-se dos agentes do Estado que tomem a iniciativa de contra atacar o inimigo. Ainda há tempo para uma reação. Sejam hábeis ao apontar uma arma de fogo na direção de um membro da comissão da calúnia. Ao invés de atender a uma convocação, brinde o mensageiro com uma bala perdida no seu olho esquerdo. Marginal que se presa enxerga só com um olho, daí ser necessário deixá-lo na escuridão.

Se o agente do Estado tem paixão pela grandiosidade, não há melhor ocasião do que o momento em que a comissão e suas filiadas estiverem reunidas, e dar asas a imaginação. Ou o momento em que se comemorar a revisão da Lei da Anistia. 

A plateia contará com a fina nata do comuno-petismo, lá marcando presenças a primeira mandatária da nação, o ex-presidente da república, o ‘Barba’, agente duplo que servia aos colegas de fábricas e ao DOPS, parlamentares, membros do judiciário e sua corja de bandidos infiltrados no Supremo Tribunal Federal, promotores públicos federais que atropelam a Lei da Anistia e infernizam os agentes do Estado com aberturas de processos que caiem no vazio quando chegam às mãos dos juízes, presidentes de organizações e comissões de direitos humanos, os adesistas oficiais generais comandantes de Forças, e toda uma súcia de elementos pagos para agitar manifestações.

Despachem todos para o inferno. Não irei dizer como fazer. A maioria dos senhores é especialista em armas e explosivos. Mãos à obra e boa sorte!

‘O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!’
Se eles podem, também podemos!

O Brasil precisa urgente de um novo General Olímpio Mourão Filho. Que surja esse herói e dê um grito de guerra; e todos nós o acompanharemos para a vida ou para a morte. 

Marcharemos sobre Brasília e colocaremos em seus devidos lugares todos os fariseus que estão destruindo o país.

O Brasil pertence aos brasileiros, e não a meia dúzia de ladrões que se apossaram dos cofres públicos, enriquecem e tornam infeliz a nação.

Rio de Janeiro, 05 de maio de 2014.

http://www.jgpimentel.com.br



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