9 de jun de 2014

Artigo do Capitão PIMENTEL

República Popular do Brasil
Cap. José Geraldo Pimentel

Estamos nas mãos de um governo que confunde eleições presidenciais com apropriação do país através do voto. Manipula para perpetuar-se no poder. E está conseguindo.

Primeiro adestraram as Forças Armadas, transformando-as em guardas pretorianas nas mãos de três comandantes militares servis, que confundem covardia com disciplina militar. São três chefes travestidos de autoridades militares. Bajuladores, omissos, imorais e lenientes.

Para os comandantes de Forças uma verba para pintar um aquartelamento, comprar uma corveta para trafegar no Rio Amazonas, construir uma meia dúzia de aviões de treinamento, significa atender às necessidades da instituição militar. 

Esquecem que umas FFAA precisam estar equipadas com material capaz de dissuadir um possível inimigo externo. Um país que disponha, por exemplo, de armas nucleares, como Israel, Turquia e Índia, são respeitados no cenário mundial.

O Brasil não consegue concluir as instalações da terceira usina nuclear de Angra dos Reis, que se arrasta desde o término dos governos militares. Mas trapaceia-se os militares prometendo instalar diversas usinas de energia atômica em pontos chaves do país. Promete-se reativar a indústria de material bélico.

Alguns militares contentam-se se contam com a possibilidade de auferir algumas sobras de obras realizadas nos quartéis. Dinheiro que engorda o orçamento familiar em tempos de vacas magras.

- Bom capitão. Já posso trocar a geladeira e dar uns trocados à patroa para visitar o bazar que inaugura no final de semana.

Nada mais convincente do que enganar quem está aberto à enganação.
O governo vai criando uma força militar paralela. Montou uma Força Nacional de Segurança Pública mais equipada do que as próprias FFAA. Manipula o Congresso Nacional. 

Mobília o Supremo Tribunal Federal com mais da metade de seus membros dispostos a servir ao Executivo. A recém-empossada presidente do Superior Tribunal Militar é uma senhora filiada ao Partido dos Trabalhadores, amiga do ex-presidente Lula e esposa, advogada colocada na Casa Civil da Presidência da República na gestão de José Dirceu. Uma comunista sintonizada com os anseios de seu partido. 

A Comissão Nacional da Verdade chega sentir inveja da nova ‘cumpanhera’ de jornada; pois mesmo tirando de circulação alguns ex-agentes do Estado, - justiçaram três coronéis e um tenente, - perde longe da justiceira de toga.

A presidente do STM promete julgar e condenar quantos militares caírem em suas mãos. Nenhum militar que passar pelo STM será absolvido. Rezo para que não aja como a vadia da ministra chefe da SEDH/PR, Maria do Rosário Nunes, aquela que grudou nas costas do comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, e não larga mais. 

Melhor dizendo: tirou uma licença de seu posto para reassumir a cadeira de deputada federal pelo Rio Grande do Sul a fim de reforçar a campanha de revisão da Lei da Anistia. .

- Capitão, estamos apavorados. Revela um dos membros do STM.
- A bruxa da presidente do STM, além de ser uma cópia da presidente da Petrobras, um ‘caveirão’, figura mal acabada de pinturas de mulheres de Pablo Picasso, imita a presidente da república. Confidencia outro membro do STM.

Parêntese: A maioria das comuno-petistas são feias e arrogantes. São mulheres mal amadas, que descarregam o recalque pisando nas pessoas. Na presidência da república só se salvou a ex-ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

A imitação da presidente da república se prende a sua arrogância. Uma mulher sem compostura para o exercício da presidência da república. Todos a veem como um poste plantado no Planalto pelo ex-presidente Lula. A senhora Dilma Vana Rousseff, para os ex companheiros de luta armada, - Estela, Luiza, Patrícia e Wanda, - é useira e vezeira em tripudiar as pessoas que estão a sua volta. Maltratou sua cabeleireira, a tradutora que a acompanhou em uma viagem ao exterior, ministros de Estado, e, pasmem, o ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. 

Dizem as más línguas que o general de Exército José Elito Carvalho fede mais do que seu colega do Forte Apache, tantas são as mijadas que leva da presidente. É um homem com pouco apego aos brios da farda. Mas não larga o cargo. Sob hipótese alguma. ‘É o status, o pró-labore do cargo, as mordomias.’ Deve pensar.

- Tudo de bom que a vida oferece, capitão! “Capitão blogueiro. Fofoqueiro!”
- A vaca da presidente da república, a comuna Dilma Vana Rousseff, ainda não levou uma lição, porque uma de suas vítimas, a oficial da Marinha que chefiava a segurança pessoal, contou dez vezes e a deixou em paz, desligando-se do cargo. 

Confidencia um assistente da presidência da república. Por pouco a oficial não saltou no pescoço da machona, não o fazendo quando se lembrou de que a infeliz da presidente da república sofre do mesmo mal que está levando para o brejo o ex-presidente da república, o ‘Barba’, e mandou para o inferno o ex-ditador da Venezuela, Hugo Chávez.

A nova presidente do STM se empolgue e declara à imprensa:
- “Faço questão de salvar nossa memória para o bem e para o mal. Para mostrar as mazelas do regime ditatorial e também a importância que essa Justiça teve no combate aos abusos e às usurpações do Direito que foram cometidas nessa época.”

Só esqueceu-se de falar sobre as atrocidades cometidas pelos comparsas, terroristas e guerrilheiros assaltantes de bancos e unidades militares, sequestros de embaixadores, assassinos de mais de uma centena de pessoas, incluindo o justiçamento de ‘cumpanheros’ que ameaçavam abandonar o grupo. Responsáveis por atos terroristas em aeroporto civil e porta de quartel, em ambos matando e mutilando pessoas. A justiça em sua concepção tem ‘um peso, duas medidas’!

A ministra disse ainda que acredita ser pertinente uma discussão para possível revisão da legislação que garantiu o perdão aos militares que praticaram crimes de tortura.

Se a anistia for derrubada é possível que alguns militares sejam julgados pela justiça militar, em relação a isso; dando a entender que acredita na possibilidade de revogação da anistia para os militares. Falou:
- “O que pesa mais? Os tratados internacionais ou um pacto feito em um determinado momento da história?”
(Fonte: Revista Sociedade Militar, 02/06/2014).

Uma revisão na Lei da Anistia seria a oportunidade de enquadrar os assassinos que andam soltos pousando de heróis nacionais, locupletando-se do Erário e beneficiando-se de polpudas indenizações e pensões milionárias, sem descontar Imposto de Renda. 

Se tal vier acontecer, fecha-se a administração púbica federal porquanto todos os comuno-petistas que mobíliam as repartições públicas serão confinados atrás das grades, juntos e harmoniosamente convivendo os mesmos espaços dos agentes do Estado. 

A presidente da república não irá ter mordomias. Nada de visitas íntimas. Sua grande paixão que a mantém em estado de graça, e que só se materializa nas férias; quando, invariavelmente, convida o ex-marido e esposa para acompanhá-la.

- Problemas, capitão? Tenho direito. Sou a outra!

A senhora Dilma voltará a conviver com as delinquentes de seu tempo de criminosa, quando planejava assaltos, crimes hediondos e participou do roubo do cofre com US$ 2,16 milhões na residência do ex-governador de São Paulo, Ademar de Barros. O assalto ocorreu na mansão do bairro Santa Tereza, no Rio de Janeiro.

A futura presidente da república era uma ladra bonita, mas ordinária. Bandida para nenhuma vadia botar defeito!

Realmente, a presidente da república já foi uma senhora simpática. A olhava com os olhos de um grande admirador. Ela lembrava a minha professorinha de meus tempos de estudos em Bento Gonçalves. A professora lecionava literatura brasileira. 

Aparecia com suas inseparáveis calça de brim e blusa branca. Era dedicada e me despertou o gosto pela leitura. A senhora Dilma Vana Roussefff quando foi indicada a concorrer à presidência da república se submeteu a uma cirurgia plástica, perdendo o glamour que me encantava e lembrava a professora Ana.

Para fechar o cerco contra a democracia o novo Procurador-geral da República é mais uma figura que saiu do baralho viciado que está nas mãos do governo. É tão abusado que desafia as determinações de um presidente do Supremo Tribunal Federal e solicita ao plenário da casa que anule a decisão do ministro Joaquim Barbosa que ‘havia revogado a autorização de trabalho externo do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares proibidos de trabalharem fora da cadeia, sob o argumento de que deveriam antes cumprir um sexto da pena’.

No atual quadro institucional em que vivemos, decretar a mudança de regime do país é desnecessário, pois a presidente da república, Dilma Vana Rousseff, já governa por meio de decretos. O último assume que o país realmente se transformou em uma república do proletariado.

O decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, cria uma “Política Nacional de Participação Social” e um “Sistema Nacional de Participação Social”. O Executivo passa a tomar decisões conjuntas com os movimentos sociais. O Brasil torna-se uma república participativa, excluindo-se das decisões os trabalhadores, empresários e Congresso Nacional. As FFAA integram o pacto de lesa pátria nas mãos dos atuais comandantes de Forças.
Saída? Existe.

- Primeiro: Que se destronem de seus cargos os três cooperadores do regime, - comandantes de Forças - colocando-se em seus lugares militares comprometidos com a ordem, a defesa das instituições e a guarda do território nacional.

- Segundo: Que se ponha em prática o ‘modus faciendi’ dos ex-terroristas e ex-guerrilheiros, tirando de circulação os comunistas que tomaram de assalto o país.

- Terceiro: Que se devolva o país, uma vez sanado, ao poder civil, cassando os direitos in aeternum dos políticos traidores da pátria.
O país precisa renascer das cinzas.

José Geraldo Pimentel
Cap Ref EB
Exército de Caxias

http://www.jgpimentel.com.br

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