22 de abr de 2015

Militares das Forças Armadas de PIRES nas Mãos...e a SAGA continua.Até QUANDO?

Reajuste dos MILITARES. Forças Armadas falidas.
Por Revista Sociedade Militar

No mês passado os militares receberam a última parcela do minguado reajuste. Que não chegou, nem de longe, a cobrir as perdas inflacionárias. Com isso, enquanto sargentos, cabos e soldados são empurrados para as favelas (que em tempos de PT são chamadas de comunidades), os oficiais são empurrados para as cidades e bairros periféricos, já que os defasados salários mal dão para custear os alugueis. Comprar a casa própria está muito mais difícil, ainda mais com o enorme aumento dos juros e nenhum incentivo para militares, que segundo o governo, estão acima dos limites para ser auxiliados pelos programas-esmola como bolsa-família, bolsa energia, bolsa telefone e coisas do gênero.

Os militares do Rio de Janeiro receberam um “bônus” para sua vida já complicada. São vistos agora pela marginalidade como se fossem policiais comuns. Aqueles que residem em locais mais humildes, por questão de segurança, tem que ser extremamente discretos e se esforçar ao máximo esconder sua profissão da vizinhança.

Se antes o militar já era visto pelos marginais como inimigo em potencial, por não participar das maracutaias e se manter longe dos maus “amigos”. Agora, por participar efetivamente das ações de repressão ao tráfico, passou a ser considerado o “elemento estranho”.

Pelo que se percebe, a situação política – econômica está tão caótica que poucas categorias já se organizam com vista a exigir reajustes para o próximo ano. Os militares, que não dão sinais de que se curvarão à ideologia petista, e não têm representação política, já que não elegeram representantes para o Congresso – com exceção de Bolsonaro – como sempre, dependem de organizações montadas por esposas ou militares da reserva, como UNENFA e AMARPFA para fazer soar um pouco mais alto seus pedidos de reajuste. Ainda não se percebeu em 2015 qualquer movimentação voltada para a questão salarial a ser definida no início de 2016.

Instituições como POUPEX e bancos privados que fazem empréstimos consignados, antes eram tábua de salvação de militares endividados. Mas, agora, concedendo seguidos empréstimos para quitar dívidas de membros das Forças Armadas, acabam por ser um nó que aperta o pescoço de muitos, da ativa e reserva. Pesquisa publicada aqui mostra que ainda em 2013 cerca de 50% dos militares tinham dívidas com empréstimos que comprometiam mais de 50% de sua renda.

“73% dos militares da RESERVA OU REFORMADOS têm como principal dívida empréstimo(s) para quitar dívidas anteriores…  Mais de 80% normalmente não tem condições de quitar suas dívidas mensais.”


Leia na íntegra o artigo acessando: http://sociedademilitar.com.br/wp/2015/04/reajuste-dos-militares-forcas-armadas-falidas.html- parceira do Blog Ponto de Vista

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