16 de mai de 2015

O combatente Capitão Pimentel retorna com artigo e denuncia ao Blog Ponto de Vista.

Submissão das FFAA
Por José Geraldo Pimentel
Cap. Ref- EB

Pelo visto as Forças Armadas caíram de joelhos diante do governo comuno-petista que ora governa o país. Os comandos militares não reagem quando querem mudar o currículo adotado nas escolas militares, permitem que se descerrem uma placa no Corpo de Alunos da Academia Militar das Agulhas Negras, acusando-a de torturar os cadetes durante os exercícios de campo. Impugnem os feitos de seus companheiros que na década de 60 / 70 livraram o país do julgo da então poderosa URSS. “Esqueçam o dia 31 de março de 64!”, sentenciou o ex comandante do Exército, general de Exército Enzo Martins Peri.

Na primeira reunião entre os chefes militares e membros da Comissão Nacional da Verdade, foi claro e objetivo: “Não nos importamos se convocarem os ‘militares do passado’ para deporem na Comissão Nacional da Verdade”! 

O Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra ao ser intimado para depor em processo movido contra ele, levando ao conhecimento do ex-comandante do Exército Francisco Roberto de Albuquerque, este respondeu enfático: “O Exército não vai fazer nada”!

Espero que o atual comandante do Exército, general de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, atue como um verdadeiro líder militar, e não uma figura decorativa de chefe militar implantado no cargo para tanger os militares como ‘gados fardados’ para o abatedouro. As FFAA são instituições de Estado, permanentes, e não grupos armados a serviço dos governantes de plantão.

  

DENÚNCIA

Colégio Militar do Rio de Janeiro passou a utilizar material didático de orientação comunista!

Minha filha estuda no Colégio Militar do Rio de Janeiro, que hoje, inclusive, faz aniversário – o famoso 6 de Maio do Colégio Militar – e até Jacques Wagner, o Ministro da Defesa, veio para festa.
No entanto, o Exército enfrenta uma verdadeira guerra silenciosa contra suas escolas, e os CMs são os primeiros a sentir seus efeitos. Há anos, esses colégios adotam livros de História e Geografia escritos por historiadores militares e publicados pela BibliEx. Os livros eram ótimos e atendiam perfeitamente as convicções da grande maioria dos famílias cujos filhos frequentam os Colégios Militares.

Pois bem, uma professora concursada e com forte tendência marxista veio a público, em 2014, reclamar sobre o termo contra-revolução de 64 ao invés de golpe militar usado nos livros adotados até então nos CMs. O governo, que já vinha pressionando, aproveitou a oportunidade. Fez uso da força que tem e impôs aos colégios a adoção de material bem diferente para 2015.

Consequência: desde fevereiro deste ano, minha filha está sendo levada a acreditar, como aluna do Colégio Militar, que o capitalismo é a mal do mundo e o socialismo só caiu por força da pressão americana. Esse é o conteúdo do livro de Geografia, mas o de História é muito pior, é nauseante! O autor consegue a proeza de transformar todo e qualquer conteúdo em luta de classes.

Estou muito triste e não sei o que fazer. Já passei mensagens para vários amigos cujos filhos estudam lá pedindo que na sexta dia 8/5, durante reunião de pais e mestres, discutam com os professores, avisem aos mesmos que não aceitaremos gramscismo na sala de aula de nossos filhos. Sei que muitos profissionais não compactuam com essas ideias; há alguns professores que inclusive não estão usando o material imposto pelo governo. Infelizmente, porém, há profissionais que abraçam o marxismo e devem estar usando e abusando dos livros esquerdistas impostos a todos nós, alunos e seus familiares.

Esses professores marxistas são nada mais nada menos que capitalistas vulgares que se vendem ao contra-cheque e permanecem atuando em uma instituição centenária à qual repudiam. São hipócritas vendidos. O que fazer? Será que o Exército está perdendo essa guerra? Estou muito preocupada. Claro que gostaria muito que você escrevesse sobre isso alertando a todos. Posso lhe mandar o nome dos livros adotados. Muito obrigada.
(Carta enviada a Percival Puggina por mãe de aluna do Colégio Militar do Rio de Janeiro).

Percival Puggina (69) e membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar.

Site Pequenas Histórias


http://www.jgpimentel.com.br

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