25 de dez de 2015

CAPITÃO PIMENTEL E OS VOTOS DE FELIZ NATAL....

Feliz Natal e Próspero Ano Novo



Desejo aos amigos que fechem o ano com muitos sonhos e esperanças de dias melhores.


Estamos no Natal e vésperas do Ano Novo. Fechamos o ano de 2015. Ano para não ser esquecido facilmente, com as finanças públicas desequilibradas, falta de confiança no mercado, desemprego, saúde em estado precário, escolas e universidades em greve por falta de pagamentos de salários e décimo terceiro salários.

As medidas anunciadas caem sempre em cima dos trabalhadores e aposentados. Ninguém fala em diminuir-se o número de pessoas alocadas no Governo, Congresso Nacional e Judiciário. Menos ainda no corte dos salários milionários desses servidores. Só há contenção de despesas feitas em cima de quem realmente carrega o país nas costas.

Mas há o lado bom que desperta no coração de muitas pessoas que procuram ajudar o seu próximo. Esta semana tive um exemplo que partiu de uma neta e um grupo de colegas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, filial do município de Nova Friburgo. O grupo conseguiu recolher cerca de uma tonelada de alimentos e algum dinheiro, montando mais de quarenta cestas básicas de alimentos que foram distribuídas entre o pessoal terceirizado da universidade que estava com salários atrasados e não haviam recebido o décimo terceiro salário. O que sobrou foi entregue a uma instituição que apoia um seguimento da sociedade carente. Fiquei orgulhoso com a iniciativa da neta e suas colegas.

A atenção ao próximo se manifesta em outras áreas. Tive dois exemplos na própria carne. O primeiro quando procurei o serviço de Emergência do Hospital Central do Exercito (HCE). Eu que sempre me senti forte como um ‘touro’, de repente surgiu uma irritação na pele. O médico que me atendeu foi taxativo: “Vou interná-lo. Aguarde que o padioleiro irá levá-lo para o quarto.” Sem outra saída segui sentado numa cadeira de rodas para o quarto andar do pavilhão onde é internado o pessoal operado. ´Ala de Oficiais Superiores!’ O carro ficou estacionado na rua e a família desinformada.

Ao cruzar por um dos corredores do hospital, que no momento passava por uma reforma geral, observei um dos serventes e pensei comigo: "No momento que precisar de uma assistência médica cairá nas garras de um hospital público. Nenhum atendimento e pouco caso!".

Há poucos dias a minha esposa sofreu um acidente na cozinha, fraturando o fêmur direito.

Estamos alocados na casa de uma filha que reside em Nova Friburgo. A casa é de fundos, num terreno enladeirado. Uma ambulância foi solicitada ao hospital da cidade. Logo chegava a ambulância lotada com uma médica e dois enfermeiros. Extremamente prestativos. No hospital a esposa ficou num quarto com outros dois pacientes. Percebemos que o atendimento médico não seria tão rápido, levando-nos a entrar em contado com o HCE no Rio de Janeiro. Horas depois surgia uma ambulância e removia a esposa para o Rio de Janeiro onde seria prontamente atendida, operada por uma equipe de cirurgiões altamente qualificados.

Nesta história queria agradecer ao Hospital Municipal de Nova Friburgo e ao HCE, principalmente por ceder uma ambulância do corpo médico de Niterói que providenciou a remoção da esposa para o Rio de Janeiro. Resumindo: Salvo alguns contratempos, nós militares não estamos sofrendo o mesmo calvário dos funcionários públicos.

Desejo aos amigos que fechem o ano com muitos sonhos e esperanças de dias melhores.

A cegueira e conformismo dos que têm responsabilidades pelo destino do país, não se perpetuarão por muito mais tempo. Outro caminho tomará o país. Acredito no futuro!



José Geraldo Pimentel
Cap. REF. EB

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